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Ebitda da Eldorado atinge R$ 1,2 bilhão de janeiro a setembro de 2016

Eldorado

A Eldorado Brasil teve um excelente desempenho operacional no terceiro trimestre e registrou Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 324 milhões, com margem de 50%. O resultado foi fruto de recorde histórico de produção, combinado com uma estratégia comercial bem sucedida. O Ebitda acumulado nos últimos 12 meses atingiu R$ 1,8 bilhão, com margem de 58%. O lucro líquido de janeiro a setembro foi de R$ 243 milhões.

A Eldorado vem reduzindo de maneira consistente o custo-caixa de produção de celulose e atingiu o patamar R$ 585 por tonelada no trimestre, com diminuição de 13% em relação ao custo registrado no trimestre anterior. Este resultado retrata a melhoria de eficiência da operação florestal, a excelente produtividade industrial, com redução consistente do consumo de madeira e químicos no branqueamento da celulose. Além disso, a Eldorado aumentou a venda de energia para o sistema elétrico nacional graças à alta eficiência energética obtida pela empresa.

"Os resultados conquistados no último trimestre mostram a qualidade das nossas equipes, a gestão eficiente das nossas operações e a competitividade diferenciada do nosso modelo de negócio", afirma José Carlos Grubisich, presidente da companhia. "A consistência destes resultados garantem à Eldorado a posição de empresa mais competitiva do setor."

A produção de celulose no trimestre foi recorde histórico com 432 mil toneladas, o que representa um novo patamar para a indústria global. A maior estabilidade da planta também possibilitou um novo recorde de venda de energia ao mercado livre, com uma média de 27 MWh, que gerou uma receita de R$ 23 milhões no período de janeiro a setembro.

A companhia também continua melhorando seu desempenho na área florestal e, no trimestre, a distância média de transporte da madeira da floresta até a fábrica foi reduzida em 59 quilômetros, se comparado à média de 2015, com impacto direto na redução de custos. A Eldorado encerrou o período com 234 mil hectares plantados com eucalipto. Da área total, 94 mil hectares já são destinados para atender à demanda da segunda linha produtiva.

O volume de vendas ficou em 408 mil toneladas no terceiro trimestre, apesar do cenário desafiador do mercado internacional de celulose, fortemente influenciado pelas entradas de novas capacidades e expectativa de capacidades adicionais. O desempenho comercial bem-sucedido levou a companhia a encerrar setembro com 38 dias de estoque, abaixo da média do setor. Ásia e Europa se mantiveram como os principais destinos da celulose da Eldorado. O segmento de tissue (higiene e conforto pessoal) se manteve como o maior destino da produção da companhia. "Nossa estratégia comercial está focada em clientes rentáveis e com alto potencial de crescimento, o que melhora a nossa resiliência às oscilações de mercado", diz Grubisich.

A implementação do projeto Vanguarda 2.0, segue em ritmo avançado. Este projeto prevê a construção de uma nova linha de produção com capacidade para até 2,5 milhões de toneladas de celulose por ano e deverá entrar em operação no primeiro semestre de 2019. Após a conclusão das obras de terraplanagem e de infraestrutura básica do projeto, em setembro, foi inaugurado o novo pátio de madeiras com capacidade para 120 mil m³. Ao longo deste trimestre, a Eldorado receberá todas as propostas dos fornecedores de tecnologia e dos equipamentos principais e decidirá quem serão os parceiros para a construção da nova unidade industrial. Esta nova fábrica tornará o complexo da Eldorado em Três Lagoas (MS) no maior unidade de produção de celulose no mundo, com capacidade total de 4,2 milhões de toneladas por ano.

Fonte: Painel Florestal